Artigos

Ele chegou na reunião sozinho e perguntei onde ela estava. Ele disse: Já não sei dela faz tempo. Então vamos aguardá-la, fique à vontade, temos água, café e biscoitos, disse.

Ela chegou 20 minutos depois. Não se olharam e se cumprimentaram com um leve abano de cabeça. Entramos, sentaram-se distantes e eu me acomodei em outra poltrona.

Confirmei com eles como desejam ser chamados e disse que como facilitadora da comunicação minha função era ajudá-los no que eles desejam construir, que história desejam contar. Essa é a minha função como mediadora.

Continuei explicando que não estava ali para tomar qualquer decisão por eles, a ideia é que digam o que necessitam, como se sentem e o que desejam. E eu iria ajudá-los nessa nova estrutura.

Importante é que se sintam confortáveis, sem qualquer pressão, que seja bom e que se sintam seguros.

Esse foi início de nossa conversa e estavam além de magoados, assustados, pois eles desconheciam que podiam decidir sobre suas próprias vidas.

O que vocês estão achando até aqui? Vocês sabem o que é um mediador?

Os artigos mais lidos

Ciúmes não sustenta vínculo

Ciúmes não sustenta vínculo

O que sustenta é presença, diálogo e escolha. Amar é diferente de possuir. Quando alguém vai embor...

Saiba mais
Afeto verdadeiro não faz barulho

Afeto verdadeiro não faz barulho

Ele não chega anunciando, não se impõe, não precisa convencer. Não nasce da falta, nem do interesse...

Saiba mais
Como tem sido a sua comunicação?

Como tem sido a sua comunicação?

Quantas vezes a gente se perde no próprio tom de voz? Muitas vezes não é a intenção machucar, impor...

Saiba mais