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Importante que eles se sintam reconhecidos e legitimados. Da mesma forma quanto a exteriorização de sentimentos.

Maria e José se comprometem com as suas decisões e agora com a consciência de suas responsabilidades. Assumem seus atos não só para eles, mas também para as questões da empresa e especialmente de seus filhos.

Mais uma vez corroborando meu Mestre Vezzulla: “O importante é o efeito emancipador que esse posicionamento produz nos participantes, por se sentirem capazes de analisar e resolver os próprios conflitos e de conduzir a própria vida de maneira responsável, cooperativa e solidária”. (Vezzulla 2013 P.24-25)

Ambos sentem que não há ganhador ou perdedor. A forma como será conduzida a separação fará toda diferença no novo formato da família, porque ela não acaba, o que findou foi a relação marido e mulher. A de família, de pais é inabalável, se assim desejarem.

E foi essa a opção. Agora começamos a tratar que necessidades precisam ser atendidas. A educação e a convivência com os seus filhos. E começaram a desenhar de forma responsável.

E trouxeram também a importância e a manutenção da empresa. Como será essa sociedade daqui para frente.

Se comprometeram de juntos conversarem com os filhos sobre o novo formato da família, privilegiando a comunicação compassiva, a confiança e o respeito.

Marcamos uma próxima reunião com possibilidades de como seria feito esse entendimento. Estavam aliviados, empoderados. A dor o tempo cuida, faz parte do processo. Não há como precisar. Cada um sente de uma forma. Cada um tem o seu tempo.

Como falamos anteriormente, da importância de vivenciar o luto e não perpetuar, possibilitando condições que não seriam possíveis sem essa vivência.

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