Artigos

Eles estavam separados. Eram tantas mágoas e ressentimentos que não percebiam o mal que causavam aos filhos ao usá-los como escudo. Ficaram divididos e assumiram a dor, um a do pai e o outro a da mãe. Não conseguiam compreender que pais não se dissolvem. O tempo passava e eles não conseguiam se reconstruir. Após a separação, cada vez que ele ou ela começavam um novo relacionamento, os filhos não aceitavam. E esse círculo vicioso se retoralimentava. Eles seguiam infelizes.
Todos precisavam de apoio e acolhimento e a comunicação assertiva era fundamental. Os pais precisavam de ajuda para terem consciência para lidar com o luto e para entender que a vingança é destruição. As crianças fragilizadas e confusas se sentiam inseguras.
Eles precisam resgatar o amor próprio e a autorresponsabilidade e repensar em um projeto de futuro.
Conhece essa história? Vamos falar mais sobre isso? Como Mediadora eu posso te ajudar nessa compreensão.

Os artigos mais lidos

Ciúmes não sustenta vínculo

Ciúmes não sustenta vínculo

O que sustenta é presença, diálogo e escolha. Amar é diferente de possuir. Quando alguém vai embor...

Saiba mais
Afeto verdadeiro não faz barulho

Afeto verdadeiro não faz barulho

Ele não chega anunciando, não se impõe, não precisa convencer. Não nasce da falta, nem do interesse...

Saiba mais
Como tem sido a sua comunicação?

Como tem sido a sua comunicação?

Quantas vezes a gente se perde no próprio tom de voz? Muitas vezes não é a intenção machucar, impor...

Saiba mais